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terça-feira, 7 de março de 2017

Saindo do ninho: Filhos crescendo...

E a pré-adolecência de Lise chegou!

Não.. Essa não é a Lise!


Ainda me pego olhando nos porta-retratos de casa e me perguntando: Cadê a minha garotinha?

São tantas mudanças, que são confusas e pertubadoras as lembranças de uma era outrora... Ah! Chega de filosofia barata e dramática e vamos pra realidade! A Lise cresceu!

Daqui a alguns dias ela fará 12 anos, e ai o turbilhão de mudanças e incertezas vão surgir com mais força... inclusive para mim, a MANHÊÊÊ!

Para não pirar, não pirar muito quero dizer, eu busco inspiração nas minhas experiencias de transição para a adolescência... Tento lembrar o que eu sentia, como sentia,  pensava, e preferia me portar e comportar, para entender um pouco do que se passa com minha pequena (sim... pra mim ela ainda é minha pequena, minha bebezuda, minha princesona ona, meu bichinho de mãe...). 

ÓBVIO, que sei que a experiencia que ela vivencia é completamente diferente da minha... a começar de trocentos contextos... Mas acredite... há muito clichê envolvido nessa nova fase!

Quer exemplos? 

  • Achar estranho a mudança do próprio corpo;
  • Não saber se quer crescer ou continuar criança; 
  • A vaidade começa a ficar muito mais aflorada;
  • As "asinhas" vão se criando!!
  • Os questionamentos se tornam mais estruturados e mais dificieis e chatos de se responder;
  • Os interesse mudam radicalmente
  • As boybands surgem e ressurgem (Sim, sou da época dos Backstreet Boys.... Já ela gosta de BTS, GOT7)



O fato é que cada vez mais uma frase faz sentido: Não criamos nossos filhos pra nós, e sim para criamos para mundo. 
É aprender a confiar, dando confiança... Eu só saberei se minha filha é capaz de voltar sozinha da aula andando pra casa, se eu lhe der a oportunidade. É tirar o filhote do ninho.

Confiar no que ensinei, reforçar as trocentas recomendações (sim, sou uma "mãe chata" que enche o ouvido dela de recomendações), e confiar na capacidade dela de "se virar" sozinha.

Não há segredo, e é claro, não tem porquê se sentir culpado(a) por escolhas e decisões pertencentes a essa fase, afinal, o bebê cresceu!